''Ouviu o taque-taque da máquina de escrever. Aquilo era a sua vida, e, inclinando a cabeça para a mesinha do vestíbulo, curvava-se ante a sua influência, sentia-se abençoada e purificada.''
''Rosas, pensou, sarcasticamente. Bobagens, minha cara. Pois em verdade, quando se tem de beber, comer e deitar, tanto nos dias bons como nos maus dias, a vida não tem nada a ver com rosas (...) E, no entanto, implorava piedade. Piedade pela perda das rosas.''
''Essa pequena (...) ainda não sabe nada da vida; e, na verdade, seria melhor para ela que fosse um pouco mais forte, um pouco mais lenta, um pouco mais moderada nas suas esperanças.''