“As
palavras que movem e que constituem perigo são as palavras que não
podem ser ditas em nenhuma língua: as palavras dos sonhos. [...] Quando
não se fecha uma estória, a multidão fica contaminada pela doença de
sonhar.”
domingo, 28 de abril de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Bem assim.
"Um punhado de personagens literários marcou minha vida de maneira mais
durável que boa parte dos seres de carne e osso que conheci. (...) o
personagem literário pode ser ressuscitado indefinitivamente, com o
mínimo esforço de abrir as páginas do livro e deter-se nas linhas
adequadas."
(Mario Vargas Lhosa in: A orgia perpétua - Flaubert e "Madame Bovary". Ed. Francisco Alves, p. 13)
(Mario Vargas Lhosa in: A orgia perpétua - Flaubert e "Madame Bovary". Ed. Francisco Alves, p. 13)
domingo, 17 de março de 2013
Do amar
"Não se consegue amar completamente senão na memória, Sebastião. As
histórias que sonhamos para as pessoas amadas flutuam na neblina dos
dias muito quentes, como mentiras leves tocadas pelo peso da verdade."
(Inês Pedrosa in: A eternidade e o desejo. Ed. Alfaguara, p. 53)
domingo, 10 de março de 2013
With a little help from my friends...
Aqui
estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os
pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que vêem as coisas de
forma diferente. Eles não curtem regras. E não respeitam o status quo.
Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a
única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as
coisas. Empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os vêem
como loucos, nós os vemos como geniais. Porque as pessoas loucas o
bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam.
- Jack Kerouac
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Que assim NÃO seja, monsieur...
A teoria psicanálitica tornou a noção de fantasia tão profundamente
problemática que não deveríamos mais considerar como certa a distinção
entre a arte e a vida, ou julgarmos que a palavra "criativa" não tenha o
mínimo valor análitico.
BERSANI, Leo - Baudelaire e Freud, p.112 - Editora Dife.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Ler para quê, seu moço?
“Mas, senhores, os que madrugam no ler, convêm madrugarem também
no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência
alheia, que se absorve, mas, principalmente, nas ideias próprias, que
se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que
passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de
sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições
digeridas.”
Rui Barbosa
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Ela é Literatura, mas se encanta pela Psicologia...
''(...) foi sobretudo o romance que induziu a psicologia em nossa cultura. É ao hábito de ler romances - um hábito que o mundo antigo quase não teve - que todos nós, atualmente, devemos nossa curiosidade a respeito dos motivos uns dos outros, nossas tentativas para adivinhar e definir as suscetibilidades uns dos outros - toda a tendência psicológica com a qual conduzimos e civilizamos nossas relações sociais. Não apenas os grandes mestres, mas também os seus sucessores, e até as prostitutas profissionais, quando suficientemente hábeis, nos exercitam no uso da imaginação psicológica, na grande tarefa de imaginar o que seria ser como outra pessoa.''
Brigid Brophy, 1962, Black Ship to Hell, p. 334.
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